O Dr. Heinicke e o Dr. Solomon
O Dr Heinicke foi contratado pelo instituto De pesquisas da Abacaxi nos anos 1950 para encontrar uma maneira de fazer com que a abacaxi fosse compatível com a gelatina. Quando se pretendia obter gelatina com sabor a abacaxi, não coagulava. Suas investigações o conduziram à bromelaína, uma enzima da abacaxi que evitava que a gelatina com sabor a abacaxi desse os resultados desejados. O Dr Heinicke e sua equipa isolaram a molécula com fins comerciais. As suas investigações levaram-no a injectar a bromelaína numa paciente de um ginecologista, com a finalidade de eliminar a mucosa vaginal para poder visualizar imagens de raios X, com maior facilidade. O médico ficou surpreendido quando a senhora lhe informara que certas dores agudas, que tinha desde a infância, tinham desaparecido com a bromelaina. No entanto, aquando da tentativa de purificação de bromelaina, para cumprir com as normas de controle de alimentos e medicamentos (FDA) a substância não apresentou as mesmas propriedades medicinais.
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Dr. Heinicke, PhD |
Dr. Solomon, MD, PhD |
Com o passar do tempo, as investigações do Dr. Heinicke com o abacaxi, conduziram-no ao fruto do noni, que ele conhecia como um remédio herbal utilizado pelos Kahunas (curandeiros). Depois de vários anos a investigar a razão pela qual a bromelaina purificada destruía as suas propriedades farmacológicas, o Dr Heiicke afirmou ter identificado, no fruto do noni, o alcalóide xeronina e o seu percurssor, a proxeronina. As afirmações do Dr. Heinicke têm pouca base cientìfica, visto ele não ter apresentado a fórmula química do alcalóide e afirmou tê-lo encontrado em quantidades de picogramas, sendo que estas quantidades eram demasiado baixas para o poder detectar, com os instrumentos analíticos existentes (ver artigo do Dr. Heinicke). Na verdade, o Dr. Heinicke foi incapaz de provar que a xeronina foi inventada a partir do sumo de noni, e desde então muito poucos deram crédito aos seus estudos, construindo uma estratégia comercial em redor do sumo de noni com base na xeronina. Vale a pena ver o artigo de Dr. Will McClatchey da Universidade do Havai, onde coloca de manifesto este facto.
O mérito do Dr. Heinicke reside no facto que, juntamente com o Dr. Solomon, clínico, colocaram de manifesto os benefícios do noni, no ser humano e os mostraram ao mundo. As suas investigações servirão para que no meio científico, surgisse a dúvida em continuar com a investigação sobre as causas das propriedades do sumo de noni. O Dr. Neil Solomon expôs uma palestra perante mais de 1227 profissionais de saúde, sobre a sua experiência com o sumo de noni. Os dados sobre os benefícios deste sumo foram revelados em 25 000 utentes de noni, de todo o mundo. Valerá a pena nos perguntarmos que, se este sumo de noni obteve este resulatado, quais seriam os resultados de um sumo de noni 100% puro?
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Condições, descenso de sintomas |
Total pacientes |
% melhora |
|
1. |
Alergia |
3.198 |
86% |
2. |
Artrites |
1.675 |
78% |
3. |
Asma |
8.077 |
71% |
4. |
Cancro |
2.188 |
69% |
5. |
Fibromialgia, fadiga crónica, síndrome de disfunção imunitário |
3.524 |
77% |
6. |
Depressão |
1.512 |
80% |
7. |
Digestão |
3.171 |
90% |
8. |
Aumento da energía |
16,056 |
90% |
9. |
Angina de peito e infarte |
2.158 |
76% |
10. |
Diminuição da pressão sanguínea (hipertensão) |
1.869 |
84% |
11. |
HIV |
150 |
55% |
12. |
Sistema inmune |
3.707 |
77% |
13. |
Doenças do rim |
3.764 |
67% |
14. |
Transtornos menstruais |
3.798 |
79% |
15. |
Clareça mental, estado de alerta aumentado |
5.543 |
73% |
16. |
Esclerose múltipla |
25 |
52% |
17. |
Aumento da massa muscular e rendimento atlético |
1.216 |
70% |
18. |
Obesidade |
5.526 |
72% |
19. |
Dor, incluindo a dor de cabeça (migranha) |
6.828 |
86% |
20. |
Parkinson |
25 |
52% |
21. |
Problemas respiratórios |
3.857 |
72% |
22. |
Problemas de penugem e pele |
877 |
78% |
23. |
Aumento do apetite sexual |
2.984 |
84% |
24. |
Melhora do sono |
2.025 |
75% |
25. |
Deixar de fumar |
876 |
56% |
26. |
Alívio do stress |
6.743 |
74% |
27. |
Fadiga |
1.806 |
53% |
28. |
Bem-estar |
7.879 |
80% |
29. |
Apoplexia |
1.500 |
53% |
30. |
Diabetes tipo I y II |
4.634 |
83% |



